Portugal vai a votos no próximo domingo, 18 de janeiro, com 11 candidatos a concorrer às eleições para a Presidência da República.
Após a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa durante dois mandatos (dez anos seguidos), há novas eleições para decidir o seu sucessor.
Há 11 pessoas a concorrer nas eleições presidenciais portuguesas: André Pestana, André Ventura (com o apoio do partido Chega), António Filipe (apoiado pelo Partido Comunista Português), António José Seguro (com o apoio do Partido Socialista), Catarina Martins (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, João Cotrim Figueiredo (com o apoio da Iniciativa Liberal), Jorge Pinto (com o apoio do Livre), Luís Marques Mendes (apoiado pelo Partido Social-Democrata) e Manuel João Vieira.
No boletim de voto aparecem 14 nomes, mas três deles não são candidatos. Joana Amaral Dia, José Cardoso e Ricardo Sousa apresentaram candidaturas, mas a documentação entregue não cumpria todas as regras e foram excluídos. Segundo a Comissão Nacional de Eleições (CNE), já não havia tempo para imprimir novos boletins de voto.
Para se ser eleito como Presidente da República, é preciso que um dos candidatos tenha mais do que 50% dos votos. Se não acontecer, haverá uma segunda volta a 8 de fevereiro, em que apenas concorrem os dois candidatos que tenham sido mais votados a 18 de janeiro. Nesta segunda volta, será eleito o candidato que obtiver um maior número de votos.
O período oficial de campanha terminou esta sexta-feira, 16 de janeiro, e o dia anterior às eleições é o habitual dia de reflexão.

